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    Admin · 11125 vistos · 13 comentários
    Categorias: Primeira categoria
    04 Jan 2012
    Entenda um pouco sobre isso

    Caro consumidor, a transparência de informações e a qualidade de nossos produtos fizeram ao longo dos tempos o grande diferencial em nossos negócios aqui realizados. Preocupados com a prática cada vez mais freqüente de ¨ Marketeiros ¨ em distorcer as informações técnicas em alguns produtos com a única intenção de confundir os consumidores mais desavisados, sentimos a necessidade de esclarecer o seguinte:

    RMS = Root Mean Square ? Média da Raiz Quadrada. Medida na onda senoidal, que representa a potência real, é medida ou encontrada atendendo as exigências técnicas e pode ser conferida com facilidade em um bom laboratório de som.

    PMPO = Peak Music Power Output ? Potência Máxima de Saída Musical ou Pico Máximo de Potência. Medida em frações de segundo, que não representa a potência de saída.

    Estes dois termos estão presentes nas especificações tanto de alto falantes como de amplificadores.

    Acontece que devido a grande concorrência que existe no setor, algumas empresas usam o PMPO de forma indiscriminada, pois em alguns casos exibem valores até 10 vezes maiores do que a potência real, com isso os seus produtos ficam com wattagens astronômicas, fazendo com que alguns consumidores acreditem que estão fazendo um excelente negócio.

    Recomendações:

    Quando for comprar alto falantes ou amplificadores, verifique a potência destes produtos em RMS, pois é a potência real liberada pelo amplificador ou suportada pelo alto falante.
    Despreze ou não dê importância as potências em PMPO, pois cada fabricante estampa em seus produtos o que melhor lhe convém, pois não existe controle para estas medidas.

    Espero ter contribuído de alguma forma para o esclarecimento de alguns consumidores, e incentivado as empresas que mantém uma política de respeito para com seus clientes, que continuem neste caminho, pois temos certeza que só assim mudaremos o futuro.

    Você já deve ter visto um alto-falante pequeno do tipo coaxial escrito "250 Watts" e pensa que é melhor que os outros, pois suporta altas potências. Mas não se engane, se é um coaxial ou triaxial de uma marca popular, provavelmente sua potência real (potência RMS) não é superior a 30 Watts RMS.

    Essa é a jogada dos fabricantes, anunciar a potência PMPO (potência de pico) para vender seus produtos enquanto que a potência real dos produtos fica "escondida". Já percebeu como os anunciantes de micro-system fazem o marketing de 3000 Watts, 5000 Watts, que coisa incrível, não? A potência PMPO, como o próprio nome diz, é a potência de pico e é cerca de 3,6 vezes maior que a RMS. PMPO, lançada originalmente na China, pretende mostrar quanto um amplificador pode fornecer ou um alto-falante aguentar de potência durante um intervalo de tempo extremamente curto.

    Já a potência de programa musical adota a música como sinal de teste. Essa potência pretende dar uma idéia melhor dos níveis possíveis a serem praticados na utilização normal dos equipamentos de som, uma vez que o consumidor não utiliza o seu sistema de som com sinal de ruído rosa e sim com música. Essa potência normalmente é o dobro da potência RMS.

    A potência RMS é a potência eficaz utilizada em todo mundo para amplificadores e alto-falantes. A medição de potência RMS utiliza uma sala a prova de som, onde o alto-falante fica instalado livre (sem caixa acústica ou painel. Nele é injetado a potência RMS que se deseja homologar, com o sinal de ruído rosa.

    Nestas condições, o alto-falante deve permanecer funcionando por duas horas. Após o teste, deve ser feita uma avaliação cuidadosa no produto, e, se constatado que não houve nenhuma alteração, ele recebe a especificação da potência aplicada.

    O amplificador de potência deve possuir no mínimo o dobro da potência a ser testada. Sobre os alto-falantes triaxiais, estes, em sistemas de alta potência, devem utilizar corte de frequência passa alta para não receberem as frequências baixas, combinados com as caixas de subwoofer. Lembrando que toda a medição de potencia RMS deve estar em conformidade com a norma NBR 10303, caso não seja mencionada está norma, de nada vale a potencia que o fabricante informa, pois pode ter sido "plantada clandestinamente" para enganar o cliente!
    Admin · 535 vistos · 0 comentários
    Categorias: Primeira categoria
    07 Jan 2012

     

    Como a Norma NR-10 é muito vaga, a mesma pode gerar várias interpretações. Lembramos que as ferramentas não são consideradas EPI (Equipamento de Proteção Individual) e tão pouco EPC (Equipamento de Proteção Coletivo), e ainda são consideradas apenas para aplicações em “baixa tensão 1000VAC / 1500VDC)” , ou seja, não são exigidos testes anuais ou periódicos de isolação, ao contrário dos EPIs e EPCs.

    As ferramentas isoladas 1000V da WIHA  estão em conformidade com a Norma Internacional EN-60900, certificadas pela agência de teste independente alemã VDE-GS, em atendimento ao item 10.1.2 e 10.2.4-c da Norma Regulamentadora NR10, por não termos uma Norma Brasileira específica para ferramentas.

    A Norma Internacional para ferramentas destinadas a trabalhos em baixa tensão é a EN/IEC 60900. Esta determina, dentro de procedimentos e limites estabelecidos, que cada tipo de ferramenta isolada:

    • Não tenha defeitos aparentes, medidas de acordo com as   exigidas por norma, identificação impressa na mesma esteja legível;
    • Aderência compatível da camada isolante para com o corpo metálico da ferramenta.
       
    • Suporte impactos mecânicos a ponto que a camada isolante não sofra nenhuma avaria.
       
    • Não propague chamas e a camada isolante não desprenda gotas do material em fusão.
       
    • A camada isolante tenha determinada rigidez dielétrica a tal ponto que não sofra perfurações, e a corrente de fuga não ultrapasse o limite fixado.
    • Para ferramentas de encaixe (ex. soquetes acoplados em chaves catracas), ambas devem permanecer unidas após aplicada uma determinada força por um período de tempo fixado.
       
    •  A camada isolante não deve sofrer perfurações ou deformações quando em contato com objetos pulsantes.
    • As marcações de isolação, modelo, simbolos e outros devem permanecer legíveis por um determinado período de uso.

    Porém, quem garante que os fabricantes façam realmente os devidos testes e mantenha um controle de qualidade das ferramentas?

    Para assegurar que as ferramentas fabricadas estejam em conformidade com a Norma EN/IEC 60900, existem as agências de testes independentes que recolhem amostras e auditam a produção das ferramentas nos Fabricantes, emitindo os Certificados, atestando que as mesmas realmente são seguras para trabalhos em baixa tensão (1000V AC / 1500V DC). Estes laboratórios servem como “tira teimas” do processo de isolação de cada ferramenta, e como exemplo deles, temos o VDE e TUV Alemão, CSA Canadense e UL Norte Americano.

    Segue abaixo os testes que são feitos na fabricação das ferramentas:

    1. Verificação visual e dimensional

    Comprovação de que a ferramenta não tem defeitos aparentes, que as medidas estão de acordo com as exigidas por norma e que a identificação impressa na mesma está completamente legível.

    2. Ensaio de aderência

    Após manter a ferramenta a 70º C durante 168 horas, se aplica um peso de 50 Kg, para tentar separar a camada isolante do corpo metálico. Após 3 minutos, a camada isolante não deve mostrar sinais de desprendimento

    3. Ensaio de impacto

    Um força é aplicada repetitivamente sobre a ferramenta que fora previamente resfriada a -25º C  durante 2 horas. A camada isolante não deve sofrer nenhum dano.

    4. Ensaio de não propagação de chama.

    Após colocar a ferramenta sobre uma chama durante 10 segundos, a altura da chama sobre a ferramenta não deve superar 120 mm e não devem desprender-se gotas do material em fusão.

    5. Ensaio Dielétrico.

    A ferramenta é submergida em água durante 24 horas. Posteriormente, se submete a uma tensão de 10.000V durante 3 minutos. A ferramenta não deve ser perfurada e a corrente de fuga não deve superar o limite fixado.

    6. Ensaio de separação.

    Este ensaio, realizado exclusivamente em ferramentas de encaixe (como exemplo soquetes acoplados em chave catraca), cosiste em aplicar uma força de separação de 50 Kg entre os dois elementos. Após 1 minuto, os elementos devem permanecer unidos.

    7. Ensaio de penetração.

    Após pressionar a superfície isolante com um elemento pulsante, submete-se a ferramenta a uma tensão de 5000V durante 3 minutos. Esta não deve sofrer perfuração, nem deformação.

    8. Ensaio de marcação.

    A ferramenta é esfregada com um pano umidecido com água durante 15 segundos e, em seguida, com um pano umidecido em álcool etílico. A marcação deve permanecer legível.

     Ensaios Individuais de série:
    Cada ferramenta deve superar um ensaio dielétrico unitário (em que suportam 10.000V durante 10 segundos) e um controle visual.

    Estes ensaios simulam diversas situações que podem acontecer com as ferramentas, tais como quedas, impactos por “batida”, contato com circuitos energizados, atestando que a mesma fornece as devidas proteções.

    Como no Brasil não existe um laboratório apto a realizar todos os testes exigidos pela norma internacional, recorrem-se às agências de teste independente, no nosso caso, ao VDE (www.vde.com), onde apenas as marcas impressas no corpo da ferramenta juntamente com a Norma a que se destina, e a comprovação no site já são suficientes para assegurar o atendimento da norma. Pedimos a atenção para algumas empresas que oferecem apenas o serviço de “Teste de Isolação Dielétrica até 1000V com emissão de certificado”, pois conforme a norma, existem pelo menos oito ensaios individuais de série e, no caso de Ensaio Dielétrico, os testes são com 10.000V e por um tempo superior. Estas empresas oferecem apenas este teste de rigidez dielétrica com 1000V e emitem um laudo, porém, se o usuário deixar a ferramenta cair e a mesma sofrer uma fissura e/ou avaria no plástico isolante, segundo o “certificado” ela é segura para o uso, mas na prática, ela pode estar com a camada de isolação danificada, e apresentar riscos aos usuários.

    Admin · 640 vistos · 0 comentários
    Categorias: Primeira categoria
    17 Jan 2012
    Durante a Soldagem

    Mantenha a ponta sempre estanhada.
    Escolha a maior ponta que puder ser utilzada no trabalho.
    Use sempre a menor temperatura possível.
    Alimente o fio de solda sobre os terminais dos componentes e não diretamente sobre a ponta.
    Não aplique pressão excessiva durante a soldagem. Para aumentar a transferência de calor, estanhe a ponta.
    Não esfregue a ponta sobre os terminais.
    Não curve as pontas com alicates.

    Limpeza e Estanhagem
    Use uma um esponja limpa e úmidecida com água deionizada para limpar a ponta. A esponja não deve estar seca nem encharcada.
    Use fios de solda com fluxo RMA para estanhagem das pontas antes de guardá-las após o uso.
    Não use a esponja com detergentes.

    Depois da Solda
    Desligue o equipamento quando não em uso.
    Não use as pontas como chave de fenda ou alavancas.
    Não batas as pontas em superfícies duras.
    Não bata as pontas para remover componentes.
    Trate as pontas com cuidado.
    Fonte: Weller

    Admin · 550 vistos · 0 comentários
    Categorias: Primeira categoria
    17 Jan 2012

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